{"id":1064,"date":"2014-08-29T08:54:48","date_gmt":"2014-08-29T08:54:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aphh.pt\/?p=1064"},"modified":"2014-08-29T08:54:48","modified_gmt":"2014-08-29T08:54:48","slug":"pequenas-medidas-para-combater-as-infecoes-hospitalares-e-sepsis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aphh.pt\/?p=1064","title":{"rendered":"Pequenas medidas para combater as infe\u00e7\u00f5es hospitalares e sepsis"},"content":{"rendered":"<p>Se o sistema imunit\u00e1rio e os anibi\u00f3ticos n\u00e3o forem capazes de debelar uma infe\u00e7\u00e3o, pode surgir uma sepsis &#8211; uma infe\u00e7\u00e3o que ataca diversos \u00f3rg\u00e3os em simult\u00e2neo e causa uma rea\u00e7\u00e3o excessiva do sistema imunit\u00e1rio.<br \/>\nEntrevistado pela MEDICA, o Prof. Frank Brunkhorst, do Hospital Universit\u00e1rio de Jena, fala da dificuldade de diagnosticar este problema, causado, em 90 por cento dos casos, por uma infe\u00e7\u00e3o bacteriana ou micose. O problema come\u00e7a com uma infe\u00e7\u00e3o localizada. Se o paciente estiver imunodeprimido ou sofrer de algum problema secund\u00e1rio, a infe\u00e7\u00e3o localizada pode tornar-se sist\u00e9mica. Os agentes patog\u00e9nicos migram para os outros \u00f3rg\u00e3os atrav\u00e9s da corrente sangu\u00ednea, gerando uma resposta excessiva do sistema imunit\u00e1rio que pode levar \u00e0 fal\u00eancia dos \u00f3rg\u00e3os.<br \/>\n70 por cento dos casos mais graves de sepsis ocorrem atrav\u00e9s de infe\u00e7\u00f5es nosocomiais, ou seja, adquiridas durante a estadia no hospital. Como explica Brunkhorst, os hospitais t\u00eam hoje capacidade para tratar uma multiplicidade de doen\u00e7as gra\u00e7as aos avan\u00e7os da medicina, mas muitas vezes o pre\u00e7o desses avan\u00e7os \u00e9 a sepsis.<br \/>\nAs cirurgias extensivas facilitam a entrada de bact\u00e9rias. Em pacientes com alimenta\u00e7\u00e3o e respira\u00e7\u00e3o artificial, as bact\u00e9rias podem mover-se ao longo dos tubos e cat\u00e9teres. Segundo Brunkhorst, as medidas de higiene poderiam evitar 20 a 30 por cento dos casos de sepsis nestes pacientes.<br \/>\nBrunkhorst afirma que o maior problema est\u00e1 na falta de desinfe\u00e7\u00e3o das m\u00e3os antes do contacto com o paciente. Um estudo permitiu, inclusivamente, verificar que o procedimento da desinfe\u00e7\u00e3o s\u00f3 era tido em conta em 40 por cento dos casos.<br \/>\nPor outro lado, 90 por cento dos casos de sepsis prov\u00eam de 4 tipos de infe\u00e7\u00e3o classicamente adquiridas em meio hospitalar. \u00c9 o caso das feridas infetadas depois da cirurgia. Nestes casos, as feridas devem ser inspecionadas regularmente e o contacto deve ser antecedido de esteriliza\u00e7\u00e3o. Os cat\u00e9teres vasculares e urin\u00e1rios e os tubos de respira\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m promovem infe\u00e7\u00e3o. Deve-se aferir, diariamente, se o paciente ainda necessita do cat\u00e9ter.<br \/>\nPara Brunkhorst, s\u00e3o as pequenas medidas que influenciam a taxa de infe\u00e7\u00f5es, a come\u00e7ar pela correta desinfe\u00e7\u00e3o das m\u00e3os.<br \/>\nMais informa\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.medica-tradefair.com\/cipp\/md_medica\/custom\/pub\/content,oid,46442\/lang,2\/ticket,g_u_e_s_t\/src,Interview_Sepsis_Brunkhorst_ToM_08_2014\/%7E\/Hospitals_many_small_measures_against_infections_and_sepsis.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o sistema imunit\u00e1rio e os anibi\u00f3ticos n\u00e3o forem capazes de debelar uma infe\u00e7\u00e3o, pode surgir uma sepsis &#8211; uma infe\u00e7\u00e3o que ataca diversos \u00f3rg\u00e3os em simult\u00e2neo e causa uma rea\u00e7\u00e3o excessiva do sistema imunit\u00e1rio. 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