{"id":1366,"date":"2016-09-16T11:51:46","date_gmt":"2016-09-16T11:51:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aphh.pt\/?p=1366"},"modified":"2016-09-16T11:51:46","modified_gmt":"2016-09-16T11:51:46","slug":"alimentacao-rica-em-peixe-e-laticinios-assegura-dose-diaria-recomendada-de-iodo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aphh.pt\/?p=1366","title":{"rendered":"Alimenta\u00e7\u00e3o rica em peixe e latic\u00ednios assegura dose di\u00e1ria recomendada de iodo"},"content":{"rendered":"<p>O Departamento de Alimenta\u00e7\u00e3o e Nutri\u00e7\u00e3o do Instituto Ricardo Jorge efetuou um estudo com o intuito de caracterizar o teor de iodo em alimentos representativos da dieta portuguesa, tendo sido conclu\u00eddo, com base em resultados preliminares, que uma alimenta\u00e7\u00e3o rica em peixe e latic\u00ednios supre a dose di\u00e1ria adequada (150 \u03bcg\/dia) para adultos saud\u00e1veis, n\u00e3o gestantes.<br \/>\nForam analisados peixes, mariscos e bivalves, leite e derivados, vegetais, fruta e refei\u00e7\u00f5es compostas.<br \/>\nO iodo \u00e9 fundamental para a s\u00edntese das hormonas da tiroide (tiroxina e tri-iodotironina). Os alimentos constituem a fonte natural de iodo, podendo a sua defici\u00eancia conduzir a casos de b\u00f3cio, mortalidade infantil e hipotiroidismo. Estudos citados pela investiga\u00e7\u00e3o do INSA mostram defici\u00eancias significativas de iodo em mulheres gr\u00e1vidas em Portugal, bem como um aporte inadequado em mais de 50 por cento das crian\u00e7as portuguesas, com especial incid\u00eancia em A\u00e7ores e Madeira. Por este motivo, desde 2013 que a Dire\u00e7\u00e3o-Geral de Sa\u00fade recomenda \u00e0s gr\u00e1vidas a ingest\u00e3o de suplementos de iodeto de pot\u00e1ssio e que a Dire\u00e7\u00e3o-Geral da Educa\u00e7\u00e3o introduziu sal iodado nas cantinas escolares.<br \/>\nOs investigadores analisaram 480 alimentos, tendo o teor de iodo sido determinado atrav\u00e9s da t\u00e9cnica de espetrometria de massa com plasma indutivo acoplado (ICP-MS). De acordo com os autores deste trabalho, \u201cquantificar iodo em alimentos como consumidos permite estimar o seu aporte di\u00e1rio com dados reais, revelando-se muito \u00fatil por n\u00e3o existirem, na literatura cient\u00edfica, tabelas com dados de reten\u00e7\u00e3o de iodo em alimentos quando cozinhados\u201d.<br \/>\nOs resultados de iodo obtidos foram sequenciados por ordem decrescente de concentra\u00e7\u00e3o de iodo (marisco\/bivalves &gt; peixe &gt; latic\u00ednios &gt; refei\u00e7\u00f5es &gt; vegetais &gt; frutas. O pescado \u00e9 o grupo mais rico em iodo, variando entre um m\u00e1ximo de 114 \u00b5g\/100g (mariscos e bivalves) e um m\u00ednimo de 32 \u00b5g\/100g (peixe). J\u00e1 as refei\u00e7\u00f5es \u00e0 base de pescado apresentaram um teor de iodo muito inferior ao do primeiro grupo, provavelmente devido ao baixo teor de iodo do arroz e batata. De real\u00e7ar, tamb\u00e9m, no grupo de alimentos estudado, a semelhan\u00e7a no teor de iodo do leite e do iogurte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Departamento de Alimenta\u00e7\u00e3o e Nutri\u00e7\u00e3o do Instituto Ricardo Jorge efetuou um estudo com o intuito de caracterizar o teor de iodo em alimentos representativos da dieta portuguesa, tendo sido conclu\u00eddo, com base em resultados preliminares, que uma alimenta\u00e7\u00e3o rica em peixe e latic\u00ednios supre a dose di\u00e1ria adequada (150 \u03bcg\/dia) para adultos saud\u00e1veis, n\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"content-type":"","footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-1366","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1366","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1366"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1366\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1366"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1366"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aphh.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1366"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}